Para pensar um pouco…

Para começar bem o ano, vou postar duas coisas que considero muito importantes e que recebi através do e-mail de um dos meus restaurantes prediletos, o GOA. Acesse e conheça: www.goavegetariano.com.br.

Bom, primeiro é um texto bacana sobre expectativas e o desapego que é uma das minhas metas pessoais não para este ano, mas para a vida:

Expectativas

 ”Não é útil esperar nada de ninguém mas é muito bom esperar algo de nós mesmos. Eles podem ser bons ou eles podem ser maus, não importa. O que importa é como lidamos com isso. E sempre será difícil porque se não fosse difícil não haveria o que aprender. Tentamos dez vezes e nada funciona.
Quando conseguimos ocorre uma mudança na situação e outro teste vem. Esta é a brincadeira cósmica. Mas se nos desapegamos um pouco, o jogo se torna muito interessante.”

Bom, agora é pensar em todo o caos que estamos vivendo cada vez com mais intensidade. Não adianta assistir a TV com olhar pedante e não fazer absolutamente nada para mudar algo, caso contrário, acostumem-se com mais acidentes naturais, enchentes, pessoas morrendo, fome, secas, tragédias, novas doenças… Importe-se agora ou continue sendo apenas mais um - prefiro não colocar adjetivos - que irá chorar quando acontecer com algum parente, amigo ou com você mesmo.

Dicas para Combater o Aquecimento Global
Escrito em setembro 2nd, 2008 at 2:55 pm

 
1- Troca de lâmpadas: substituir as lâmpadas convecionais por fluorecentes compactas. Com isto estaremos deixando de gerar no mínimo 400kg de dióxido de carbono por ano.
2- Deixar o carro na garagem: caminhe, pedale, compartilhe o carro e use mais vezes os transportes públicos. A cada 10 quilômetros é igual a menos 3kg de dióxido de carbono.
3- Reciclar: reciclando metade do seu lixo, estará economizando 1oookg de dióxido de carbono anuais.

4- Verificar os pneus:  mantena os pneus do carro devidamente calibrados, isso pode melhorar o consumo de combustível em mais de 3 %. Cada litros de combustível libera 2.5Kg de dióxido de carbono da atmosfera. Para saber a calibragem correta basta olhar na parte interna da tampa de combustível.
5- Diminuir o consumo de água quente: aquecer água consome muita energia. Instale um chuveiro de baixa pressão e no verão tome banho frio ou chaveie a ducha para a posição adequada, menos 3 toneladas de dióxido de carbono anuais.
6- Em algumas lavanderias como as de hospitais é necessário a lavagem de roupas em água quente para uma correta assepsia, fora isso não há necessidade nenhuma, ainda que é igual a mais 225 quilos de dióxido de carbono ao ano.
7- Embalagens: pode evitar-se a emissão de 545 kg de dióxido de carbono se reduzir o lixo em 10%. (incluindo sacolas plásticas e embalagens secundárias).
8- Ar condicionado: acertando o termóstato apenas dois graus para baixo no Inverno e dois graus para cima no Verão pode evitar a emissão de cerca de 900 kg de dióxido de carbono por ano.
9- Plantar uma árvore: uma só árvore é capaz de absorver uma tonelada de dióxido de carbono ao longo de sua vida.
10- Aparelhos eletrônicos: desligando aparelhos eletrônicos que não estão sendo usados, serão poupados milhares de quilos de dióxido de carbono ao final de um ano.

Passe esta mensagem adiante: ajude a solucionar este problema, incentive os amigos a ver ” Uma Verdade Inconveniente “. E antes de imprimir este documento, pense se é mesmo necessário.
Para produzir 1 tonelada de papel são necessárias 10 a 20 árvores, 10 000 litros de água e 5 MWh de energia.
Em média, por ano, uma família gasta em papel o equivalente ao abate de seis árvores.
Fonte: adaptado por Renata (alerta lançado pelo Oceanário de Lisboa para ajudar a combater o aquecimento global).

 

Publicado em:  on 4 04UTC janeiro 04UTC 2010 at 16:08 Deixe um comentário

Adeus 2009!

Nunca fiz resoluções de fim de ano, porque sempre achei bobo dizer o que fiz num ano e o que pretendo para o outro, escrever apenas coisas óbvias e ainda deixar público na internet. Mas como 2009 foi um ano caótico, vou listar algumas palavras, que acredito serem genéricas e qualquer um pode se identificar, mas que para mim tem forte contextualização.

Deletar:

Passividade

Medo

Mentiras

Hipocrisia

Angústia

Stress

Desperdício

Imaturidade

Discussões

Desnecessários

Obrigações

Aceitação

Fraqueza

Exposição

Permitir

Abuso

Enfatizar:

Respeito

Sinceridade

Saúde

Honestidade

Amar

Motivação

Harmonia

Energia

Paz

Bondade

Fazer

Prazer

Família

Sorrir

Sonhar

Acreditar

Ser

Falar

Gritar

Negar

Ignorar

Libertar

Agir

Peculiaridades

Limites

Valores

Tiago

Eu

Publicado em:  on 30 30UTC dezembro 30UTC 2009 at 23:12 Comentários (1)

Querido amigo,
eu havia escrito um monte coisas, mas apaguei tudo.
Basta dizer que sentimos muito a sua falta, que toda vez que me decepciono com alguém, você me lembra a paz e o “deixa pra lá”, e bate aquela saudade de como você brincava com as situações e me alegrava.
Mas são nos momentos mais felizes, nas conquistas, num bar com uma cerveja bem gelada e muitas risadas, num churrasco, ao comprar cerveja no Pão de Açúcar, quando descobrimos uma banda com vocal feminino ou nos pequenos detalhes que sentimos sua falta. É como o Ti me disse: “Tipo, ele é essencial”, muitas vezes, a sua presença já nos bastava, você é festa em nossos corações.
Nós te amamos muito.
Até breve, meu caro.
Publicado em:  on 27 27UTC dezembro 27UTC 2009 at 17:30 Comentários (1)

Minha mãe sempre disse:

- “Não use roupa apertada pois deforma o corpo”.

Nunca damos muita atenção ao que nossas mães dizem, mas depois dos 25 começa a ficar mais comum e evidente a quantidade de mulheres que têm a ‘pança pulando pra fora da calça’ e eu agradeço a minha mãe pelo conselho – e a mim por ter ouvido – toda vez que vejo uma. Sério, acho que é a coisa mais feia no corpo de uma mulher, na minha opinião, óbvio.

Não é somente a roupa apertada que ocasiona essa ‘deformação’, mas também todo o ‘engorda-emagrece’ que acontece com a maioria das mulheres, principalmente quando jovens, e que gera flacidez e estrias.  Sabe a síndrome do’ engorda quando namora, emagrece quando leva a bica’?

Aí, para as que passaram pelo efeito sanfona, muitas vezes, só resta uma opção: a plástica. A ginástica resolve pra quem tem mais elasticidade na pele, como as magras com aquela ‘gordurinha localizada’.

Nunca seremos perfeitas e acho que nem devemos. Mas saúde e bem-estar é fundamental.

Não é para ser modelo e ficar desfilando anoréxica na praia, mas se sentir feliz e bem. Sentir-se bonita, parar de andar corcunda querendo esconder o corpo… Ser feliz. Aliás, toda mulher tem celulite, mas o photoshop está aí para resolver o problema na foto, mas só na foto.

Portanto, faça exercícios, beba muita água, durma bem – lição de casa pra mim -, hidrate sua pele, beba menos – não precisa parar, só diminua -, pare de fumar, tenha uma alimentação leve e saudável… Enfim, procure uma nutricionista, é melhor.

Mais sobre:

Cintura nas altura

Síndrome da desarmonia corporal

Síndrome da desarmonia corporal

Publicado em:  on 10 10UTC dezembro 10UTC 2009 at 02:11 Comentários (1)

Eu e ele, nós. E as cobras.

Particularmente, desconfio de “mulheres” que falam como pré-adolescentes. Sabe aquele carinha sempre fofinha, meiguinha, ingênua e até bobinha, fazendo voz de criança e sorrindo o tempo todo? Pois é, de boazinhas essas cobrinhas não têm nada. Sabe o que é pior? Os homens adoram. Na verdade, adoram serem enganados e acreditarem que estão no controle da situação.

Eu acho até engraçado isso, desde que seus gritinhos patéticos fiquem distantes de mim, que os idiotas sejam tratados como tal. Muitas vezes fui criticada por ter uma língua afiada, personalidade forte, expor minha opinião, agir sem medo do que os outros vão pensar, subir num palco qualquer e dançar… Nossa, olhares venenosos a volta, cheios de inveja e maldade. Quer saber? Não me importa. Não quero ser a boa moça, virgem, praticamente ‘assexuada’, sem opinião, a ‘boazinha’ que todos tratam bem, pois, ela é boazinha, né, ‘coitada’? É, coitada.

O ponto é que eu não costumo agredir pessoas, muito menos sou aquela que só fica falando mal dos outros – apesar de que eu amo a minha facilidade de associar pessoas com animais ou objetos -, eu respeito a opinião alheia, valorizo a originalidade, e não me incomodo com o comportamento de ninguém, a única coisa que eu quero é ninguém me enchendo o saco. Simples assim. Se me irritar, eu vou falar e se me irritar muito, eu vou pegar pesado, ou seja, me fazer perder a paciência é um erro.

Bom, eu tenho a facilidade de manter a calma e saber utilizar as palavras, argumentar e ser sincera o suficiente pra dizer muitas coisas feias de forma bonita. Amo isso. Outra coisa, nunca, mas nunca mesmo critique alguém que eu gosto muito, pois aí eu consigo ser realmente a pessoa que você vai mais odiar na sua vida. Bom, mas quem é meu amigo sabe que eu não tenho muita paciência, mas sou dona de ume enorme coração, basta não ‘pisar na bola’, pois na mesma proporção que uma pessoa pode ser importante pra mim, ela pode se tornar um nada, e normalmente não tem volta.

Óbviamente, ninguém é perfeito – eu não sou – e sei lidar com pessoas consideradas ‘difíceis’, excetos as hipócritas e egoístas. Falsidade é algo que eu não tolero, e pessoas assim são facilmente deletadas da minha vida. Mas voltando as ‘coitadas’ adoradas pelos machistas problemáticos e sem personalidade, ambos covardes produtos de uma sociedade podre, repleta de ideologias ultrapassadas, conceitos irreais e pudor medieval, sou o pior exemplo de pessoa, a que faz tudo errado, tem tatuagem, cabelo vermelho, fala palavrão, bebe e dança até o chão. O fato é que as puritanas e seus respectivos sempre tentam destruir o que mais gostariam de ter na vida.

Minha opinião? Eu sou feliz e me divirto e cada um que faça o mesmo. Mas, pior do que simplesmente criticar ou fazer olhar de nojinho, eu sou a companheira errada para qualquer homem. E eu concordo. Um qualquer não me faz feliz, é pouco, sem graça e não me agrada. Conseqüentemente, tenho ao meu lado o homem mais incrível que conheço.

Um cara original, inteligentíssimo, talentoso, engraçado, que todo mundo adora, super comunicativo e, mais do que isso, uma pessoa segura que não se borra de medo de viver com alguém como eu, muito pelo contrário, ama ter ao seu lado uma maluca feliz, que faz acontecer. Realmente, eu tenho um homem como companheiro, e não qualquer um.

Não vou assitir a vida, nem ele. Nós vivemos intensamente e não existe inveja que possa acabar com um sentimento tão grande assim, forte e poderoso. E o mais irônico é que somos mais felizes a cada dia, enquanto que as cobrinhas estão sempre… Enfim, não nos importamos com elas.

Somos felizes.

nós

Publicado em:  on 19 19UTC outubro 19UTC 2009 at 01:49 Comentários (1)

Uma história

Se encontraram num bar. Ela, acompanhada de uma amiga, estava aguardando a chegada dele.

Beberam algumas cervejas e foram para a festa, era aniversário de algum conhecido dele, ninguém muito importante. Os últimos encontros haviam sido intensos, loucos e encantadores e aquela noite não parecia ser diferente…

Mas tudo estava estranho, muito calor, falta de ar, tudo horrível. Ele estava envolvido com o ambiente e ela era excluída, por todos e por ele. Então, foi buscar uma bebida, talvez para tentar ficar mais a vontade ou se conformar, e ele foi procurá-la e aí parecia tudo normal, era ele novamente e não aquela pessoa que dançava no meio de tanta sujeira, inveja, olhares maldosos e hipócritas. Uma cerveja, foi o tempo de alegria daquela noite e só.

Sua amiga resolveu ir embora, o local era realmente desagradável e as pessoas pareciam seres degradantes e rastejantes, deprimentes. Mas ela era teimosa e não iria sair dali sem saber como aquilo tudo iria acabar e disse que voltaria com ele. Teimosia, às vezes, é burrice.

Ele já não era ninguém, nem consegui falar ou andar direito. Ela ficou de longe assistindo a maldade alheia o cercava, ele permitiu e a noite acabou, após a mais triste discussão de sua vida… Não, nunca havia sofrido tanto.

Humilhada, foi embora sozinha, chorando com o nascer do dia. Nunca havia sido tão desprezada o que lhe causava uma insuportável dor no estômago, um ódio e muitas lágrimas. Sua vontade era sentar no chão e chorar sem parar, não merecia isso. Ou merecia?

Os olhares de piedade e nojo que a cercavam, só aumentavam sua dor, a humilhação, a tristeza e o desejo de morrer por se sentir tão ridícula em ter acreditado nele. Jurou nunca mais vê-lo.

Chegou em casa, vomitou e tentou dormir, mas a raiva a consumia. Ela queria vingança.

Acordou e seu coração estava vazio, um triste vazio e não haviam mais lágrimas, só a dor no estômago. Tentou comer algo e vomitou, tomou remédio e vomitou, nem água seu corpo aceitava, ela estava se punindo. Foi ao hospital e a sensação de estar lá era, de certa maneira, prazerosa pois queria se machucar mais, se odiar mais. Três dias sem conseguir beber água ou comer, estava fraca e vazia.  Era um vegetal.

Ele ligou. Ela foi dura e só sentia nojo e asco. Ele não se sentia culpado, não queria assumir essa responsabilidade, não era capaz, seu egoísmo superava e ela disse que estava tudo bem, então.

Alguns dias passaram, ela se tornou insensível a qualquer coisa, não ria e nem chorava. Ele ligou inúmeras vezes depois, ela nunca mais o atendeu e sentia um prazer simultâneo a tristeza que escondia na dor do seu estômago vazio. Fez isso por umas duas ou três semanas… E achou que tudo tinha acabado, se sentia melhor.

Foi no aniversário de uma amiga, as pessoas perguntavam, uma conhecida em comum perguntava com seu olhar malicioso e maldoso. A tristeza tomou conta de seu coração, queria chorar, se abrir, falar da dor, queria um ombro amigo, mas era orgulhosa demais para isso e calou-se. Era um triste silêncio de quem descobriu que estava apaixonada, pela primeira vez, não soube lidar com a situação, a guerreira perdeu sua força, se sentiu frágil e sozinha.

De repente recebeu uma mensagem no celular, era ele. A mensagem dizia que ele estava triste e queria vê-la, ou algo parecido. Marcaram o encontro para o dia seguinte.

Se encontraram, beberam algumas cervejas, mas ela não queria se abrir, já havia sofrido demais. Estava triste, mas tentou manter-se o mais equilibrada possível. Ele a deixou no metrô, ela deu-lhe um beijo no rosto, desceu do carro, deu alguns passos, olhou para trás, suspirou e partiu. Voltou com a certeza da desilusão, se ele estivesse arrependido ou gostasse dela teria feito algo, mas não fez nada e partiu de vez seu coração.

Percebeu o quanto gostava dele e como aquilo a machucava, mas queria esquecer, então fechou-se no seu mundo onde sempre encontrava a força para se recuperar de mais uma dor. Ele ligou de novo outras vezes, queria se aproximar, mas ela estava anestesiada e não o atendia.

Mais uma duas semanas passaram, ele ligou, ela atendeu. Quase que mecanicamente aceitou vê-lo, mas sem esperança, fez isso como alguém que vai pagar uma conta no banco, simplesmente foi. Chegando lá, a mãe dele havia pedido para ele comprar cigarro, então, fomos a padaria.

Ele parecia triste. Desceram do carro e quando estavam na fila do caixa, ela olhou para ele e viu seus olhos cheios d’água e instintivamente o abraçou e escutou seu coração acelerado e uma respiração aliviada. Ergueu a cabeça olhou para ele e, ambos emocionados, se beijaram. Aquilo não poderia ser mentira, e não era.

E não foi. Depois tudo ficou claro, o sentimento era forte demais, ambos tinham medo e erraram, não sabiam lidar com algo tão intenso assim, agrediram para se defender do amor. Mas, como sempre, o amor vence.

Publicado em:  on 6 06UTC outubro 06UTC 2009 at 03:00 Comentários (1)

Expectativas

É impressionante como adoramos criar expectativas, sonhar, imaginar algo “cena de novela”, as coisas simples, mas também coisas grandiosas como uma serenata, uma surpresa, algo que existiu esforço e dedicação para encantar. É isso. Queremos ser constantemente encantados.

Quem espera isso também faz pelo outro? Às vezes sim, outras não.

Temos que entender o jeito de cada um? Claro.

Mas se o outro sabe que determinada coisa é importante pra quem ele gosta, vale a pena o esforço? Eu o faria.

Mas, a verdade é que só fazemos por nós e não pelo outro. Agimos porque NÓS gostamos da pessoa, queremos agradá-la e isso NOS fará bem.  Não é justo esperar algum retorno, muito menos cobrar o que não é natural.

Ao mesmo tempo que não devemos cobrar alguém por uma expectativa nossa, devemos respeitar nossos sentimentos e desejos e não anular. E nos cabe avaliar até que ponto a pessoa não percebe ou não tem vontade nem de tentar perceber/entender.

É projeção¹ e sentimento². O sentimento é o maior guia, nosso melhor conselheiro e a projeção é prejudicial quando não sabemos compreender que ela é nossa responsabilidade.

Muito complexo? Sim, e nada fácil de lidar para qualquer ser humano. O mais racional se anula pois não sabe lidar com sentimentos, e o mais sentimental pode seguir o caminho da fúria ou da tristeza.

A maior lição da vida é se amar e aprender a conviver, simples e difícil. Mas eu pergunto:

Se eu não me amo, como posso amar alguém? Como posso, então, conquistar alguém e ser amado?

Se eu não compreendo o outro, me tornei incapaz de conviver com outrem? E como pode existir amor sem compreensão?

Se não me amo, permito que o outro não me ame? Seremos capazes de conviver?

Se não me compreendo, posso exigir compreensão?

Se não me amo, não me compreendo, não me respeito, não sei amar e nem ser amado.

Se me amo, me compreendo, me respeito, sei amar e quero ser amado. Logo, espero amor, compreensão, respeito… Sem isso, não vale a pena persistir, pois é o outro que não se ama e não se compreende, logo, não será capaz de te encantar.

Portanto, se ame, compreenda, respeite, busque ser amado, ser encantado, e faça o mesmo pelos outros… Viva, sem medo. Mas não culpe o outro que não sabe o que é viver, mas deseje a ele que um dia aprenda e prossiga o seu caminho.

Projeção¹: O processo pelo qual uma qualidade ou característica da própria pessoa é percebida como pertencendo ao mundo (situações, pessoas, objetos) e que acaba gerando respostas correspondentes. A projeção da Ânima ou do Ânimus (numa mulher ou num homem real) é vivenciada como se fosse uma paixão. As expectativas frustradas indicam a necessidade de retirar projeções (o que pode ser penoso) a fim de relacionar-se com a realidade de outras pessoas.

Sentimento²: Uma das quatro funções psíquicas. É uma função racional que avalia o mérito (ou o sentido) das relações e das situações. A experiência do Sentimento deve distinguir-se da vivência da emoção, que é devida a um complexo ativado.

*Post total auto-ajuda. Hehe.*

Publicado em:  on 3 03UTC outubro 03UTC 2009 at 01:04 Deixe um comentário
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Um visão psicanalitica…

A proposta de blog está longe de falar sobre a minha vida pessoal - apesar de ter plena consciência que imparcialidade não existe -, mas eu achei esse teste de pesonalidade, que o Ti me enviou, baseado nos conceitos de Jung genial. Bom, sou eu (estranha frase):

Seu modo principal de viver é focado internamente, absorvendo fatos primariamente através da sua intuição. Seu modo secundário é externo, através do qual você lida com as coisas de acordo com a maneira com que você se sente quanto a elas, ou de acordo com a maneira com que elas se encaixam no seu sistema pessoal de valores.

            Você é uma pessoa gentil, carinhosa, complexa e altamente intuitiva. Artístico e criativo, você vive num mundo de significados e de possibilidades ocultas. Apenas 1% da população mundial tem características de personalidade como a sua, fazendo dele o tipo mais raro de todos.

            Você dá grande importância a ter as coisas organizadas e sistematizadas no seu mundo exterior. Você emprega um grande bocado de sua energia identificando o melhor sistema possível para fazer as coisas acontecerem e constantemente define e redefine as prioridades na sua vida. Por outro lado, você funciona intuitivamente e de maneira totalmente espontânea dentro do seu mundo interior. Você conhece as coisas através da intuição, sem ser capaz de explicar exatamente por que, e sem ter um conhecimento detalhado do assunto. E você está freqüentemente certo, e sabe quando esse é o caso. Conseqüentemente, você põe muita fé nos seus instintos e nas suas intuições. Isto é algo como um conflito entre seu mundo interno e externo, e possivelmente resultando em você não ser tão organizado quanto a maioria das pessoas que preferem uma vida estruturada. Isso se demonstraria através de sinais de desordem (quando na verdade você teria uma tendência a ter as coisas organizadas), como por exemplo, no caso de uma mesa de trabalho aparentemente bagunçada.

            Você tem uma compreensão intuitiva afiadíssima sobre pessoas e situações. Assim, você tem aquele feeling sobre as pessoas, entendendo-as intuitivamente. Como um exemplo extremo, você pode até relatar eventos de ordem sobrenatural, como por exemplo, sentindo algo forte que te diz que houve algum problema uma pessoa amada, e vir a descobrir depois que ele sofreu um acidente de carro. Esse é o tipo de coisa que as outras pessoas podem vir a tirar sarro, mas nem você realmente compreende sua intuição num nível que possa ser transformado em palavras, para que você possa explicar isso aos outros. Conseqüentemente, você acaba escondendo seu “eu interior”, dividindo seus sentimentos apenas com aqueles que você escolher dividir. Você é um indivíduo complexo e profundo, é bastante reservado, e tipicamente difícil de compreender. Você esconde boa parte de suas intenções, e pode ficar guardando dentro de si diversos segredos que você poderá não compartilhar com ninguém.

            Mas você é uma pessoa tão genuinamente calorosa quanto é complexa. As pessoas mais próximas a você te querem muito bem e podem enxergar suas qualidades especiais e a profundidade com que você se importa com elas. Assim, você se importa com os sentimentos das outras pessoas e tenta ser gentil, evitando magoá-los. Você é muito sensível a conflitos, e não os tolera com facilidade. Situações que são carregadas de conflito podem te levar do seu estado normal e pacífico para um estado de agitação e raiva elevada. Sob estresse você tende a internalizar os conflitos no seu corpo, podendo desenvolver problemas de saúde.

            Por você ter capacidades intuitivas tão fortes, você crê acima de tudo em seus próprios instintos. Isso pode resultar em você se tornar um cabeça-dura e a ignorar as opiniões das outras pessoas, pois você acredita que você está sempre certo. Por outro lado, você é um perfeccionista que sempre se pergunta se está utilizando todo seu potencial. Você raramente está em paz completa consigo mesmo, pois sempre há algo que você pode fazer para evoluir ou para melhorar o mundo à sua volta. Você acredita em crescimento constante, e geralmente não passa tempo se lembrando das suas conquistas. Você tem um forte sistema de valores, e precisa viver sua vida de acordo com o que sente ser o correto. Com relação ao seu lado emocional, você é de certa maneira gentil e tranqüilo. Por outro lado, você tem altas expectativas de si mesmo, e freqüentemente da sua família, e você não acredita em entrar num acordo quanto aos seus ideais.

            Você naturalmente cuida das pessoas, é paciente, zeloso e super-protetor. Você pode ser um ótimo pai/mãe e gostará de criar laços fortes com seus filhos. Você tem altas expectativas deles, e os pressionam para ser o melhor que puderem, e isso pode se manifestar através de atitudes duras e inflexíveis para com eles. Mas, de um modo geral, seus filhos receberão uma educação forte e sincera de você, juntamente de muito carinho.

            No ambiente de trabalho, você é atraído por áreas onde você possa ser criativo e trabalhar de uma maneira independente. Você tem uma afinidade natural para a arte, e pode também obter sucesso trabalhando com as ciências, onde você poderá utilizar sua intuição. Você também se dará bem em profissões orientadas à prestação de serviços. Você não é bom em lidar com coisas muito detalhadas ou com tarefas muito delicadas. Assim, você provavelmente tentará evitar esses tipos de situação, ou acabar indo para o lado oposto e se envolver tanto com os detalhes até o ponto de você perder a grande visão do seu propósito com aquilo. Se você tomar o rumo de ser meticuloso com os detalhes, você pode se tornar altamente crítico com as outras pessoas que não são assim tão meticulosas quanto você.

            Mas lembre-se: você tem qualidades que pouquíssimos têm. A vida, porém, não será necessariamente mais fácil para você, mas saiba que você é capaz de obter incríveis conquistas pessoais, guiado pelos seus sentimentos profundos.

Faça também: http://www.inspiira.org

Publicado em:  on 16 16UTC setembro 16UTC 2009 at 23:57 Comentários (1)
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Relacionamentos…

Sempre achei que não iria me casar – tinha uma certa fobia -, no sentido de querer ‘passar o resto da minha vida com alguém’, pois o ritual do casamento
mesmo eu não fiz e nem pretendo. Respeito aqueles que sonham em usar um vestido branco, subir ao altar, ouvir sermão de padre – já escutei cada bobagem -,
ter uma festa, receber os votos de felicidade… Todas essas coisas que eu acho, e já pedindo desculpas pela redundância, ‘irritantemente irritantes’.
E nunca me venham com o argumento de que querem a sua união abençoada por Deus, pois eu não precisei de uma igreja para me considerar a mulher mais feliz
desse mundo. Um ser humano ligado a qualquer religião é apenas um homem e, na minha opinião, é até petulante – para não dizer hipócrita – acreditar que o seu
Deus irá agraciar o casamento através desta pessoa.
O ser humano tem um vício até cômico de acreditar que algumas das coisas que acontecem em suas vidas são porque ‘Deus quis’ e descartam a sua participação.
Tem um conceito católico bem conhecido que diz tudo: livre arbítrio. Somos responsáveis por todos os nossos atos e conseqüências e isso não quer dizer que eu
não acredito em Deus.
Mas voltando ao foco não é sobre religião que eu quero falar, mas sim sobre o fato de que as pessoas aindam carregam, mesmo que inconsciente, toda a cultura
machista de que devem ser puras, casar e ter filhos e que precisam disso para serem felizes. O ponto é que casar e ter filhos pode sim te trazer felicidade,
mas não é o que faz você SER feliz, eis onde queria chegar.
Acho que atualmente tudo ficou, de certa maneira, ‘escancarado’para mim. Bom, já vivo com o meu companheiro e foi uma decisão que aconteceu naturalmente e no
seu devido momento, sem cobranças ou anseios e, principalmente, sem a crença – por ambos – de que precisávamos um do outro para ser feliz, muito pelo
contrário, sempre conversamos sobre a importância de sabermos que somos muito felizes sozinhos e que ficar juntos é apenas agregar mais felicidade e alegria
em nossas vidas, compartilhar belos momentos, aprender com o outro, puxar a mão quando um escorregar… Enfim, companheirismo sincero e gratuito, gostoso de
viver e livre.
Uma união precisa ser resultado da alegria, respeito, confiança, amizade, carinho, da simples vontade de estar junto e que deve durar enquanto tudo isso
existir da maneira mais pura e sincera. Assim, qualquer Deus, religião, crença ou afins irá abençoar o casal e cada um pode fazer o ritual que sonhou, uma
coisa independe da outra.
Mas quanto mais velha fico, mais vejo casais infelizes, mulheres ou homens que se julgam infelizes por estarem sozinhos, gente que se submete – ou se anula -
por medo de perder o outro, medo de ficar só, como se a solidão fosse sinônimo de sofrimento. Daí me pergunto: quem vai amar uma pessoa amarga, que se
apresenta sempre triste e infeliz? Como podemos encantar alguém se simplesmente não conseguimos nos amar? Quem pode ser feliz quando anula seus sonhos,
desejos, vontades e, às vezes, até cria personagens para manter um relacionamento, deixando a sua personalidade de lado, por medo de perder o outro que, no
fim, nem sabe quem você realmente é?
Ser feliz nunca dependeu e nem vai depender do outro, isso é utopia cultural, são os conceitos impostos – vomitados – por gerações, pela mídia, pela
sociedade. Não precisa ser muito religioso ou inteligente para saber que nenhum Deus irá zelar por alguém que não busca a felicidade em si.
Hoje acho que um pouco da minha fobia com relacionamentos é fruto de sempre ter visto tantos casais infelizes, pois mesmo criança sempre observei isso e
achava triste. E após algumas experiências, incluindo uma traumatizante e séria que poderia ter me tornado um ser problemático, mas foi encarada como mais um
aprendizado, apenas ajudou a enxergar que devo me respeitar como mulher, não ter vergonha de qualquer experiência de vida, saber que posso sim ser muito
feliz sozinha e viver.
Aprender – e continuar aprendendo – só me fez perder o medo de criar vínculos e ter a opotunidade de viver um relacionamento incrível e maravilhoso, como
todos deveriam ser.
Se conhecer, assumir, respeitar e ser honesto com seus próprios limites e sentimentos, como dos outros, compreender as diferenças e viver sem medo não passa
de um exercício simples para aprender a ser feliz. Aliás, parar de focar nos problemas que nós mesmos criamos – e, muitas vezes, culpamos outrem – e começar
a observar as coisas e os gestos mais simples e verdadeiros, é um caminho para ser feliz.

Passamos a vida nos relacionando, convivendo com pessoas. E não é nada fácil, ainda mais quando se trata de relacionamento amoroso.

Sempre achei que não iria me casar, pois tinha uma certa fobia em relação a ‘passar o resto da minha vida com alguém’, e se considerar todo o ritual comum de um casório, realmente não me casei e nem pretendo, mas vivo muito feliz com o meu companheiro. Claro que respeito aqueles que sonham em usar um vestido branco, subir ao altar, ouvir sermão de padre – já escutei cada bobagem -, ter uma festa, receber os votos de felicidade… Todas essas coisas que eu acho, e já pedindo desculpas pela redundância, ‘irritantemente irritantes’.

E nunca me venham com o argumento de que querem a sua união abençoada por Deus, pois eu não precisei de uma igreja para me considerar a mulher mais feliz desse mundo. Um ser humano ligado a qualquer religião é apenas um homem e, na minha opinião, é até petulante – para não dizer hipócrita – acreditar que o seu Deus irá agraciar o casamento através desta pessoa.

O ser humano tem um vício até cômico de acreditar que algumas das coisas que acontecem em suas vidas são porque ‘Deus quis’ e descartam a sua participação. Tem um conceito católico bem conhecido que diz tudo: livre arbítrio. Somos responsáveis por todos os nossos atos e conseqüências e isso não quer dizer que eu não acredito em Deus.

Mas voltando ao foco, pois não é sobre religião que eu quero falar, e sim sobre o fato de que as pessoas aindam carregam, mesmo que inconsciente, uma cultura machista de que devem ser puras, casar e ter filhos para serem felizes – se é que existe felicidade plena, mas isso é outra discussão -. O ponto é que casar e ter filhos pode sim te trazer felicidade, mas não é o que faz de você uma pessoa  feliz, eis onde queria chegar.

Acho que atualmente tudo ficou, de certa maneira, ‘escancarado’ para mim. Bom, já vivo com o meu companheiro e foi uma decisão que aconteceu naturalmente e no seu devido momento, sem cobranças ou anseios e, principalmente, sem a crença – por ambos – de que precisávamos um do outro para sermos felizes, muito pelo contrário, sempre conversamos sobre a importância de sabermos que a felicidade já existe e que ficar juntos é apenas agregar mais beleza e alegria em nossas vidas, compartilhar momentos, aprender com o outro, puxar a mão do parceiro quando ele escorregar… Enfim, companheirismo sincero e gratuito, gostoso de viver e livre.

Uma união precisa ser resultado da alegria, respeito, confiança, amizade, carinho, da simples vontade de estar junto e que deve durar enquanto tudo isso existir da maneira mais pura e sincera. Assim, qualquer Deus, religião, crença ou afins irá abençoar o casal e cada um que comemore com o ritual que sonhou, uma coisa independe da outra.

Mas quanto mais velha fico, mais vejo casais infelizes, mulheres ou homens que se julgam infelizes por estarem sozinhos, gente que se submete – ou se anula - por medo de perder o outro, medo de ficar só, como se a solidão fosse sinônimo de sofrimento. Daí me pergunto: quem vai amar uma pessoa amarga, que se apresenta sempre triste e infeliz? Como podemos encantar alguém se simplesmente não conseguimos nos amar? Quem pode ser feliz quando anula seus sonhos, desejos, vontades e, às vezes, até cria personagens para manter um relacionamento, deixando a sua personalidade de lado, por medo de perder o outro que,  no fim,  nem sabe quem você realmente é?

Ser feliz nunca dependeu e nem vai depender do outro, isso é utopia cultural, são os conceitos impostos – vomitados – por gerações, pela mídia, pela sociedade. Não precisa ser muito religioso ou inteligente para saber que nenhum Deus irá zelar por alguém que não busca a felicidade em si.

Hoje acho que um pouco da fobia que tinha com relacionamentos é fruto de sempre ter visto tantos casais infelizes, pois mesmo criança sempre observei isso e achava triste. E após algumas experiências, incluindo uma traumatizante e séria que poderia ter me tornado um ser problemático, mas que foi encarada como mais um aprendizado, apenas ajudou a enxergar que devo me respeitar como mulher, não ter vergonha de qualquer experiência de vida, saber que posso sim ser muito feliz sozinha e viver.

Aprender – e continuar aprendendo, pois estou longe de saber e estar certa sobre tudo – só me fez perder o medo de criar vínculos e ter a opotunidade de viver um relacionamento incrível e maravilhoso, como todos deveriam ser.  Se conhecer, assumir, respeitar e ser honesto com seus próprios limites e sentimentos e com os dos outros, compreender as diferenças e viver sem medo não passa de um exercício simples para aprender a ser feliz. Aliás, parar de focar nos problemas que nós mesmos criamos – e, muitas vezes, culpamos outrem – e começar a observar as coisas e os gestos mais simples e verdadeiros, é um caminho para encontrar felicidade em nós e a nossa volta.

Publicado em:  on 12 12UTC setembro 12UTC 2009 at 22:13 Comentários (1)
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Publicado em:  on 9 09UTC setembro 09UTC 2009 at 00:55 Deixe um comentário